O Centro de Excelência em Constelações Sistêmicas (CECS) realizou, na quinta-feira (26/07), a live com o tema “Pseudociência ou Protociência?”.
A palestrante foi a diretora Científica do CECS, Roseny Flávia Martins, e o apresentador o diretor de Relações Internacionais, Ricardo Mendes. O evento evidenciou o esforço contínuo do CECS em integrar práticas de constelação sistêmica com rigor científico, ao promover um debate saudável e informativo sobre validade e benefícios. A palestra de Roseny Flávia Martins trouxe uma visão abrangente e detalhada sobre o estado atual das constelações sistêmicas, e mostrou um caminho promissor para essa prática no cenário científico global. Segundo ela, a protociência é uma área de estudo em desenvolvimento, com potencial para ser aceita pela comunidade científica, mas que ainda não cumpre todos os critérios metodológicos exigidos.
Ela utilizou uma analogia para ilustrar seu ponto de vista: “Imagine que você tem um jardim, uma terra arada, ainda com sementes plantadas, mas ainda não aparece nada. As pessoas chegam, olham para a terra e dizem que não tem nada ali, chamando de pseudociência. Mas, se você olhar profundamente, as sementes estão germinando, passando por processos químicos, físicos e biológicos. Isso é o estágio embrionário da protociência”. Roseny Flávia Martins detalhou a amplitude do interesse local e global pelas Constelações por meio de dados de buscas na internet.
“A gente pode mensurar com ferramentas, mecanismos da web, ferramentas de inteligência artificial. Basta você acessar, por exemplo, o Google Search, e digitar o termo Constelações Familiares. Você vai ver um número enorme, milhões de resultados por segundo”, explicou Roseny Flávia. Ricardo Mendes, ao citar o podcast “Inteligência Ltda.”, observou que a vice-presidente do CECS, Dagmar Ramos, enfrentou opositores que nunca haviam vivenciado uma constelação. “Eles estavam criticando não só as constelações, mas a homeopatia, a acupuntura e outras práticas do SUS, mas nunca procuraram vivenciar”, destacou.