O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está discutindo o uso das Constelações Sistêmicas no âmbito do Poder Judiciário, em decisão ainda sem conclusão final. Trata-se de um Pedido de Providências – PP formulado pela Associação Brasileira De Constelações Sistêmicas (ABC – SISTEMAS). O objeto do PP é a solicitação de providências para a edição de ato normativo que uniformize os procedimentos para a realização de constelação familiar nos Tribunais brasileiros. A decisão do Relator, Marcio Luiz Coelho de Freitas, foi desfavorável à adoção das constelações como política pública no âmbito da Justiça. Seu voto foi acompanhado por 5 (cinco) Conselheiros e o julgamento final continua em aberto. É importante esclarecer o alcance da decisão em questão, que só se refere à violência doméstica, e não alcança a aplicação das Constelações em outros âmbitos no Poder Judiciário